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Eleição da Presidência da Mesa do Senado

E mais um ato no Espetáculo dos Horrores da nossa ominosa Política Brasileira foi encenado no Congresso Nacional, durante a eleição da Mesa Diretora do Senado.

A guerra pelo poder já era esperada, entretanto, viu-se de tudo e até mesmo o ininteligível para conquistar o poder máximo, o topo do Olimpo.

E no vale tudo no tapetão, os absurdos dessa eleição superaram todas as expectativas: 81 Senadores eleitos, produziram 82 votos.

O que é isso, minha gente!? O que aconteceu com o Senado Federal, onde tudo pode acontecer e se fazer para ganhar a presidência?

O STF aparelhado e comprometido, em um primeiro momento, declara que respeita a independência dos poderes da União e não interferiria na questão se a eleição deveria ser através do voto aberto ou secreto.

Alguns poucos dias depois, em uma decisão na calada da noite, em plena madrugada (pasmem, senhores e senhoras, às 3h45 da matina!), o Ministro Dias Tófolli decide que o voto seria sigiloso.

Tal decisão era orquestrada pelo nosso velho conhecido, de todo o povo brasileiro, aquele que responde mais a de 20 processos no STF, o Senador Renan Calheiros, que esperneou e se descabelou, proferiu palavrões como se estivesse em sua casa ou qualquer outro lugar indigno de respeito.

Para conseguir que a votação fosse secreta, assim seria possível amealhar os votos de muitos colegas que já estavam compromissados com o candidato Senador e contra o povo brasileiro, valia qualquer barbaridade.

Aquele mesmo Renan Calheiros que, há pouco tempo, se negou a receber e acatar intimação do STF para afastar-se do Congresso. Dessa vez, firmou o pé e, mais uma vez, repetiu a performance de antes: Daqui não saio, daqui ninguém me tira!

A Senadora Kátia Abreu, também com papel importante nessa alegoria fantasmagórica, surrupiou – isso mesmo, furtou – uma pasta contendo documentos da República. Essa bizarrice jamais aconteceu em toda a história do nosso Senado. A propósito, essa senhora precisa ser responsabilizada por esse crime de Lesa Majestade – contra o povo brasileiro.

Vários Senadores Cardeais, fingiram-se de mortos, calaram-se, omitiram-se frente a todo esse quadro surreal, escandaloso e imoral.

O povo brasileiro tem que ser obrigado a manter esse grupo de homens que estão ali para jogar e, diga-se de passagem, burlando as mais comezinhas regras, onde vale até para 81 Senadores, 82 votos apurados.

Quem errou? Quem votou duas vezes? De tão trágico, vira em humor negro nessa cômica vergonha nacional.

São esses senhores que decidirão pontos importantíssimos que impactam diretamente na vida de todo brasileiro.

É demonstração absoluta de incapacidade e despreparo desses eleitos que provocam a indignação da nossa gente que tem que trabalhar para carregar nas costas o Senado, pagar impostos absurdos para financiar essa gente. Só lamento!

Ao Presidente Eleito, Senador Davi Acolumbre, desejo sorte, firmeza, lucidez e bom senso. E que trabalhe com a mesma serenidade e equilíbrio que demonstrou durante toda essa infeliz performance do primeiro ato da Sessão de Posse e Eleição da Mesa Diretora do Senado.

Estamos atentos e ligados em vocês!

Cassinha Carvalho

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Rompimento da barragem de Brumadinho – por Cassinha Carvalho

Há mais de sete dias a Barragem de Brumadinho rompeu-se e deixou jorrar toneladas de barro e rejeitos da mineração. O dilúvio lamacento assolou e devastou a região, soterrou centenas de pessoas. Inundou o Córrego do Feijão, um importante afluente da bacia do Rio Paraopeba – até então considerado um rio de alto índice piscoso, além de ser responsável por abastecer a cidade de Belo Horizonte de água.

Todas as incongruências, como a construção de um refeitório abaixo da barragem onde funcionários diretos e terceirizados faziam horário de almoço, a falta de dispositivos de segurança, provocam gritos de dor e pavor.

Há mais de sete dias, familiares e amigos das vítimas, estarrecidos por esse abominável crime praticado contra todo o povo mineiro, perguntam-se o porquê desse genocídio.

De quem é a culpa por essas famílias terem sido devastadas ao ver seus entes saírem para trabalhar e desaparecerem, serem apagados do mapa, soterrados por esse mar de rejeitos?

Como assim? Como compreender o ininteligível?

Onde estavam os órgãos responsáveis pela fiscalização das atividades mineradoras? Como explicar, ex-governador Fernando Pimentel, cujo mandato autorizou a licença de funcionamento de Brumadinho? Onde estavam os responsáveis pela fiscalização dentro Agência Reguladora do Estado?

Quem são os Deputados Federais e Estaduais que receberam patrocínio das Mineradoras, que tiveram suas campanhas eleitorais patrocinadas pelas empresas do ramo da Mineração?

Quem são os Deputados Estaduais que compõem a Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa e que votaram contra a medida que propunha maior rigor na fiscalização e legislação das barragens em Minas Gerais?

Quem autorizou a avaliação da Barragem de Brumadinho sair do grau de lesividade, risco VI para o risco IV. O que vale dizer que as regras e leis são menos contundentes?

E a Câmara de Atividades Minerárias, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, que expediu o famigerado Certificado de Inspeção, autorizando a licença para funcionamento da Barragem de Brumadinho, em dezembro de 2018?

É certo que são perdas além de qualquer reparo ou ressarcimento. Que nenhum bem físico ou patrimonial pode cicatrizar as feridas daqueles que continuaram às margens do cemitério dos horrores, à espera de um milagre, ou de pelo menos encontrar os restos dos seus.

E para nosso assombro, antes do povo Mineiro se recuperar da infelicidade do desastre da Mineradora de Mariana que, diga-se de passagem, as comunidades e vítimas, ainda esperam pela reconstrução de suas casas e vidas e muito pouco aconteceu, até o momento.

A incompetência ou omissão dos Órgãos Públicos viciados por interesses terceiros que redundam na deletéria associação entre Impunidade + Corrupção – esses cânceres que corroem as estruturas do nosso Brasil, banalizam o valor da vida em crimes praticados contra a população e o meio ambiente – o resultado é dor, é sofrimento e indignação.

Até quando Minas Gerais? Até quando Brasil?

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Cassinha Carvalho acompanha intervenção na via de acesso ao bairro Castelo

Atendendo a uma demanda antiga da comunidade dos bairros Castelo e Cariru, a vereadora Cassinha Carvalho acompanhou nesta terça-feira (18) as intervenções realizadas pela Prefeitura de Ipatinga, no morro de acesso ao bairro Castelo.

A vereadora levou a conhecimento da Secretaria Municipal de Obras, em abril de 2017, que o local se encontrava em risco de desmoronamento. Agora, um ano e três meses após os alertas, a situação ficou ainda pior com o aumento da rachadura no asfalto. Com a reforma da pista, os moradores podem voltar a trafegar com segurança no local.

“Enviei ofícios aos dois secretários anteriores, informando sobre o problema. Acompanhei visitas técnicas realizadas pelas equipes da PMI, COPASA e, até mesmo, do Ministério Público. Na última semana, tive oportunidade de levar o caso para conhecimento do atual secretário de Obras, José Maria Ferreira, que nos atendeu tão logo possível, evitando uma fatalidade”, relata Cassinha Carvalho.

Entenda
No ano passado, a vereadora acompanhou uma visita técnica ao local, junto a representantes da Associação de Moradores dos bairros Castelo e Cariru, COPASA e Prefeitura de Ipatinga (PMI). Conforme laudo técnico da COPASA, encaminhado às Secretarias Obras e Serviços Urbanos e Meio Ambiente, a responsabilidade não recaia sobre a concessionaria. Além disso, os moradores do bairro Castelo acionaram o Ministério Público (MP) pedindo que alguma intervenção fosse realizada.

Depois de mais de um ano das primeiras avaliações e a proximidade com o período de chuvas, a rachadura no asfalto voltou a aumentar, assustando a comunidade que passa pelo local.

O engenheiro Bráulio Magalhães, que trafega com frequência pela via, realizou contato com a vereadora e alertou sobre a gravidade das rachaduras. “A estabilidade dos taludes é condição primária para a segurança da via e das áreas adjacentes. No local podemos verificar que há fendas e rachaduras na pista de rolamento devido a uma massa de solo em movimentação. Se ações mitigadoras e de reparo não ocorrerem imediatamente, o risco de uma tragédia aumenta exponencialmente durante o período de chuvas”, conta o engenheiro civil.

Após nova conversa com o atual secretário de Obras Públicas, a PMI realizou, nesta terça-feira, reparos no asfalto e seguirá com demais providências para conter a rachadura e a população voltar a utilizar a via em total segurança.

“Meu gabinete sempre está de portas abertas para a demandas das comunidades e associações de bairros. No que for possível farei as mediações para atuar em parceria com o executivo que, mesmo neste momento de crise, tem atendido as necessidades da nossa população”, agradece a vereadora Cassinha Carvalho.

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Cassinha Carvalho participa de reunião mensal do Fomenti

Na manhã desta segunda-feira (03/12) as lideranças do Fórum das Entidades de Ipatinga (Fomenti), se reuniram no plenário da Câmara de Ipatinga para alinhamento mensal das atividades e orientações.

 

Vereadora se colocou à disposição das entidades para buscar alternativas e manter os serviços funcionando.

“Faço questão de participar das reuniões e  estar ao lado das entidades, defendendo suas demandas de trabalho”, destaca a vereadora Cassinha Carvalho, que acompanha as reuniões do Fomenti desde fevereiro de 2017.

Na oportunidade, os representantes se reuniram para buscar alternativas para a manutenção das entidades no próximo ano. “O número de pessoas que necessitam de atendimento cresce a cada ano, mas os recursos não estão acompanhando essa progressão e as previsões são alarmantes”, afirma Cassinha.

Orçamento
Foi aprovado nesta tarde de terça-feira, em segunda votação, o PL 106, que “Estima a Receita e Fixa a Despesas do Orçamento do Município de Ipatinga para o Exercício Financeiro de 2019”.

Visando defender os interesses da população de nossa cidade, a vereadora Cassinha Carvalho apresentou três emendas, uma que assegurava recursos para entidades da Saúde de Ipatinga; outra que reduzia de 20% para 10% créditos adicionais e suplementares no orçamento e ainda uma emenda supressiva que retirava do Executivo o poder de realizar operações de crédito, internas e externas, sem a autorização da Câmara.

“Infelizmente, a maioria dos vereadores presentes retirou suas emendas. Das 36 apresentadas, somente 9 foram a votação. Não bastasse isso, votaram contra emendas importantes, aprovando o PL 106 da forma integral, como enviado pelo Executivo para votação”, recorda a vereadora. “Mais uma vez o povo de Ipatinga só sentirá os efeitos desta decisão no ano que vem, quando os recursos deixarem de chegar aos locais que realmente importam aos cidadãos”, finaliza.